Passagem Aérea e Terrestre

Passagem Aérea e Terrestre

A passagem aérea é o item mais caro de toda viagem, eu diria que significa 30% do orçamento, principalmente se for para a Ásia.

A dica que gostaríamos de compartilhar aqui é compare! Veja os sites como Skyscanner, Expedia e Cheapoair. O Skyscanner te mostra todas as companhias que fazem o trecho que você procura incluindo as low costs (cias aéreas baratinhas da Europa) e te leva para o site da companhia aérea. Nos sites do Expedia e o Cheapoair você pode comprar diretamente o bilhete. O Expedia possui atendimento em português, o Cheapoair somente em inglês. O Submarino e Decolar são sempre muito caros. Mas vale a pena, conferir os preços neles também. Depois de escolhido o voo é só usar o cartão de crédito internacional e a compra será segura.

A nossa experiência foi a seguinte: voaremos de Guarulhos para Madri com milhas que tenho da British, conseguimos emitir por 7500 milhas + USD 200,00. Foi realmente muito barato, mas venho buscando desde janeiro de 2014, outra dica preciosa aqui: antecedência. Quanto mais tempo antes você puder comprar mais barato pagará. E como comentei no post sobre o cartão de crédito, acumular milhas no cartão e transferir para o seu cartão de milhagem pode render passagens como essa. No meu caso, devido ao meu trabalho, eu viajo bastante e venho acumulando pontos na British desde 2012.

O Brasil possui voos diretos para Amsterdam, Lisboa, Paris, Munique, Frankfurt, Madri, Barcelona, Milão, Roma e Zurique. Os mais baratos são via Lisboa com a TAP e Madri com a Iberia. Esses aeroportos costumavam ser bem exigentes com brasileiro devido a imigração ilegal, mas como sabemos o Brasil está em alta e todo mundo sabe da fama do brasileiro que viaja: gastador e comprador. Não é o nosso caso, mas vamos aproveitar a fama e deitar na cama. :)

Os trechos internos faremos com as low costs que comentei acima. Mas, afinal, o que são as low costs?

Conceito low cost

Low cost é uma expressão inglesa que se traduz literalmente como “baixo custo”. O fenômeno low cost nasceu nos Estados Unidos há trinta anos com os voos a metade do preço. Pouco tempo depois estendeu-se a outros setores como o têxtil, telefonia, hotelaria e inclusivamente ao setor automóvel.

Origem voos low cost

Na Europa, começou a ser conhecido graças à Ryanair e à Easyjet, que são companhias definidas como “companhias de baixo custo” ou companhias low cost. Atualmente o termo low cost é utilizado também nos voos econômicos operados por companhias geralmente mais caras, sobretudo por companhias tradicionais. Para avaliar a conveniência de um voo antes de comprar, é aconselhável comparar os preços, horários e aeroportos aos que cada voo chega, os serviços que têm disponíveis, os suplementos extras, o custo da bagagem despachada ou o custo do transporte até o centro da cidade.

O trecho Barcelona – Milão faremos com a Vueling e pagamos R$350,00 nas duas passagens.

O trecho Riga – Moscou será com a AirBaltic e pagamos R$ 800,00 nas duas passagens. Aqui não conseguimos economizar muito, pois o trecho de ônibus seria de 08 horas, não tem trem nesse trajeto e achamos que ia ser muito cansativo.

O trecho Bergen – Londres pagamos R$ 350,00 com a British Airways nas duas passagens.

Nos outros trechos internos, utilizaremos ônibus e trem para deslocamentos entre as cidades e na cidade propriamente usaremos metrô e ônibus urbano e muita caminhada.

O item passagens terrestres também consome muito do orçamento, pois os trens não são tão baratos assim, em muitos casos, é mais barato usar as low costs. Por exemplo, o trecho Madri – Barcelona comprado com o AVE o trem bala espanhol custou 81 euros, as duas passagens, ou seja R$ 283,00, quase o mesmo valor que uma passagem de avião e fazendo um trecho bem menor. Assim, podemos constatar que quanto menos deslocamentos mais barato a viagem ficará.

E sobre o passe de trem vendido pela Raileurope?

Eu particularmente não acho que vale mais a pena financeiramente. O mais interessante custa em torno de 900 euros por pessoa e pode ser usado em 15 países por 2 meses. Tem algumas restrições, tem que fazer reserva em quase todos os trechos, e para algumas cidades que viajaremos é melhor usar ônibus e barco, então fiz as contas e vi que seriam 60 euros aproximadamente por dia que poderíamos utilizar e resolvi arriscar e comprar por conta trecho a trecho.

Quero deixar claro que não considero um produto ruim, mas temos que ver se adequa caso a caso. Se você quiser fazer uma viagem somente pela Suiça ou pela França ou pela Alemanha, etc: vale a pena!!! Se quiser comodidade e praticidade, tem um produto único na mão, mas lembre-se de fazer as reservas!

Compramos antecipadamente o trecho Madri-Barcelona que eu falei acima e o Eurostar de Londres a Bruxelas. Mas falaremos melhor dos trechos nos posts das cidades.

Esse link do Ricardo Freire me ajudou muito a decidir :):

http://www.viajenaviagem.com/2014/02/comparacao-precos-raileurope-x-ferrovias-europeias/

Hello Gringos!